quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Ainda bem que cá estou

Está a ser tão difícil. A custar tanto, tanto, que pensei ficar na cama e nem me levantar. Ficar a dormir para não pensar em nada.

Mas o que ia mudar ficar na cama? Provavelmente só ia pensar mais ainda no que não devo.

Portanto, levantei-me da cama, arranjei-me em 15 minutos e vim para a escola. Sinto-me tão sozinha, mas ainda bem que vim.

Ainda bem que cá estou. Estou a ter Psicologia e as conversas e debates nesta disciplina fazem-me abstrair e refletir acerca de temas interessantes.

A vida anda para a frente. E, por mais que custe, a minha felicidade é o que mais importa e é por ela que tenho de lutar.

Um bom dia a todos!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Problemas


Há alturas na vida em que somos obrigados a parar e pensar. E nessas alturas tomamos consciência que temos de ser adultos o suficiente para enfrentar os problemas, em vez de passar por cima deles. Temos de ser adultos o suficiente para saber ouvir os conselhos sábios que a nossa mãe tem para nos dar. Conselhos esses, que não nos dizem o que queremos ouvir, mas sim o que TEMOS de ouvir. E, por isso, são sábios. 

Custa muito mas tem de ser. Os abanões são necessários para despertarmos e, quem sabe, revertermos as coisas. 

O pior é quando para se reverter e resolverem os problemas a dois, são precisos dois. E não apenas eu. Temos, mais uma vez, de ser (as duas pessoas) adultos para conseguir falar, sem discutir, sobre os assuntos que nos deixam mal e nos puseram neste estado. Temos de conseguir enfrentar os problemas e pôr os pontos nos is

A vida segue em frente, sim. Mas detesto deixar coisas para trás, por resolver. Tenho de resolver tudo, deixar tudo esclarecido. E é assim que a vida pode prosseguir da melhor maneira, seja ela qual for. 

Ficarmos quietos e virar as costas nunca foi solução para nada. Não é isso que vai resolver os conflitos nem deixar-nos mais descansados e tranquilos. Pelo contrário. Pelo menos a mim, deixa-me pior e mais inquieta. 

As coisas, quando não estão bem, resolvem-se. A bem.
 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016


"Ninguém merece as tuas lágrimas, mas quem quer que as mereça não te vai fazer chorar." 

Márquez , Gabriel


sábado, 13 de fevereiro de 2016

Caminhos a direito


Não sei porquê, mas há muitas pessoas que têm a necessidade de rebaixar os outros para se sentirem alguém. Têm a necessidade de passar por cima, para se afirmarem.

Não sei se estou certa ou errada, só sei que ao longo da minha vida já consegui muita coisa e nunca precisei de espezinhar ninguém para que tal acontecesse.

Gosto muito de ter a minha consciência tranquila, de me deitar à noite e saber que fiz as coisas bem, como tinham de ser feitas, sem infringir seja o que for. 

Claro, sou nova. Só tenho 17 anos. Claro que não tenho noção da vida, como uma pessoa de 40 anos terá. Mas também não têm de exigir isso de mim. Cada coisa a seu tempo.

É como eu digo, posso estar certa ou errada, mas a vida vai encarregar-se de me mostrar as coisas e se estiver errada daqui a uns anos vou ter consciência disso. Por enquanto acho que não estou. Acho que as coisas têm de acontecer e ser feitas por caminhos direitos, sem passar por cima ou desobedecer a "regras". 

A minha sanidade mental conta muito para a minha felicidade. Quero lá saber de ter muito dinheiro ou ter um grande estatuto! Quero é ser feliz, estar de consciência limpa. E não me venham cá dizer que isto é irrealismo. Pelo contrário. Acho que vou conseguir grandes coisas se continuar assim, por caminhos certos, sem infrações. E aí, dessa maneira, com mérito, que venha o dinheiro, os estatutos, o prestígio, e essas coisas todas. Eu luto para conseguir o que quero, e tenho mérito quando as consigo. E que bem que sabe sermos reconhecidos pelo nosso mérito, conseguir as coisas pelo nosso esforço e trabalho! 

Que se lixe a "mania das grandezas"!
 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Manhãs

Como de costume, acordei às 7h (mas fiquei na cama até mais tarde). Aqueles 5 minutos de olhos fechados depois de acordar valem por muitos. Espreguicei-me, e foi aí que soube que começou mais um dia. Tinha de me levantar.

É sexta feira, e vou ter uma aula apenas. Por azar, é às 8h30. E pior ainda, é História A. Ninguém merece que a única aula do dia seja de História, às 8h30. Mas vai ter de ser.

Não sei como estou nem como me sentir. Apetecia-me ficar na cama o dia todo, sem fazer nenhum. Mas sim, eu sei que não ia ajudar em nada. Nem resolver os problemas que existem. 

Os pesadelos voltaram a aparecer à noite e as discussões durante o dia teimam em não desaparecer.

Ando com a cabeça a 1000. Sinto que o coração bate 3 vezes mais. E o meu cérebro não consegue sincronizar tudo.

A ansiedade é muita. Sei que vai tudo ficar bem, mas até lá... Não sei. 

Só quero que o dia corra bem. Que não me desiluda. Não fiz planos para menos. À noite quero deitar-me e dormir descansada, com um sorriso. 

Bom dia para todas(os)!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Prudência e noção das coisas


Se há coisa que sei é que a vida não é uma constante. Está sempre a mudar, em permanente reviravolta. Tão depressa estamos bem, como no momento a seguir podemos estar virados de pés para o ar. A vida muda a toda a hora, a todos os segundos. E nós, temos de caminhar apesar dessa montanha russa. Temos de arranjar estratégias para não estarmos constantemente a cair em erros.

Temos de ser prudentes, pensar nas coisas e ter noção delas. Se não tivermos noção das coisas, dificilmente nos conseguiremos manter em pé.

Há que ser prudente, para evitar quedas e desilusões.

A vida não para. Continua.

Temos de conseguir arranjar estabilidade. E para termos estabilidade na vida, temos de ser prudentes, realistas, e ter os pés assentes na terra. 

Também é preciso, além de ter noção das coisas, termos noção de nós mesmos, dos nossos limites e das nossas capacidades - não quero com isto dizer que estejamos limitados pelas nossas capacidades, porque até acho que devemos lutar sempre por conseguir mais e por nos ultrapassarmos, mas sempre dentro dos limites

Não temos de conseguir o que os outros conseguem, não temos de ter o que eles têm, nem temos de querer o que todos querem. Temos de ser quem somos, e isso basta. A partir daí conseguimos tudo. Tudo o que queremos e pelo qual lutamos.

Sonhar faz bem, claro, mas ter os pés bem assentes na terra é essencial. Por mais que queiramos, não conseguimos andar por aí a voar. 

"A prudência é a filha mais velha da sabedoria." 
 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Esforço e sucesso


Não percebem que o sucesso é um caminho? Que se constrói? Não percebem que é a meta do percurso pelo qual, supostamente, lutamos todos os dias? O sucesso não cai do céu. O sucesso trabalha-se, exige esforço e dedicação.

É como falarem da sorte... Sorte?! Trabalha-se também. Esperam o quê? Que a sorte esteja ao virar da esquina e que não seja preciso esforço para alcançar alguma coisa? Meus amigos, se acham que é assim, "ponham-se a pau". Não digo que não exista sorte, em alguns momentos, mas se estivermos sentados à espera dela... Nada feito.

Irrita-me, enerva-me e não consigo perceber a inércia das pessoas. Não consigo perceber o facto de ficarem em casa à espera que as coisas mudem. Não consigo perceber aqueles que se queixam muito, mas pouco ou nada fazem.

Alô? Acordem! O sucesso não está na porta ao lado e se não formos nós mesmo a fazer alguma coisa para o alcançar, mais ninguém o fará por nós.

Sorte? Ajudas? Cunhas? Facilidades? Passar por cima de outros? Sim, sim, fiem-se nisso. Não se esforcem para atingir os vossos objetivos - se é que os têm - que vão ver a "sorte".

É tão, tão, mas tão melhor quando conseguimos o que queremos por mérito próprio. Quando nos esforçamos, e vemos esse esforço reconhecido. Tem outro sabor, e esse sabor é bom. Sabor de vitória, de alcance. É bom sentirmos que atingimos a meta. Que chegámos lá. Que conseguimos. Por esforço e mérito nosso.

Não querem sentir-se realizados? O que é que significa para vocês ter as coisas "dadas", sem qualquer esforço vosso? O que interessa chegarmos a algum lado com facilitismos e "de mãos beijadas"? Não mete piada. Não há adrenalina. Não há uma razão. Não há um esforço, um objetivo cumprido, um caminho percorrido. Nada. Há algo que te foi dado, mas que se calhar nem era o que tu querias. É um sítio onde chegaste, mas que não achas graça nenhuma, porque não tiveste de caminhar para lá chegar. Não tens o tal gosto, o tal sabor.

Se há coisa que sei, é que não há nada melhor que vermos o nosso esforço reconhecido, de sentir que o nosso mérito é respeitado. O sucesso alcança-se aos poucos. Degrau a degrau. Afinal de contas, uma árvore, antes de dar frutos, também tem de ser plantada. Só depois começa a crescer. Por baixo. Cada vez mais alto.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Adeus janeiro, Olá Fevereiro

Janeiro foi um mês puxado. E longo. Foram 31 dias que demoraram a passar, e em que se passou tanta coisa. Janeiro foi um mês cheio. Um mês de dedicação. Um mês duro e cansativo. Janeiro trouxe de tudo. Coisas boas, coisas más, experiências, desilusões, ideias, trabalhos, problemas, discussões, cansaço. E tantas outras coisas que eu podia referir.

Mas foi, sem dúvida, um mês em grande. Onde aprendi lições, aprendi a lidar melhor com pessoas e situações. 

Este mês de janeiro foi uma boa maneira de começar 2016. As expectativas para este ano são altas. Quero que 2016 seja um grande ano, um ano de melhorias e surpresas. Estou a fazer por isso e, até agora, tem corrido bem (apesar de pequenos pormenores, como esta "coisa" do Novo Acordo Ortográfico ainda não ter entrado bem na minha mente, e de ainda me fazer confusão ter de escrever os meses com letra minúscula).
Janeiro foi uma feliz surpresa e uma engraçada montanha russa de emoções.

Fevereiro, cheira-me que vai ser outro mês em grande. Especialmente, cheio de coisas novas. E estas, que me podem abrir as portas para um novo ciclo. 

Vou começar a tirar a carta, vou tentar pôr em marcha um projeto que ando a preparar, vou pela primeira vez participar numas olimpíadas, vou viajar e... Vou estudar. Os testes começam e o descanso, com tudo isto, vai ser reduzido. Tenho o feeling de que o mês de fevereiro me vai pôr à prova. 

Além de tudo o que já referi, fevereiro é talvez a altura do ano em que mais pessoas que conheço fazem anos, é a altura em que se comemora o dia dos namorados, e é neste mês que faço meio ano com o meu mais que tudo. É também o mês do Carnaval e daquilo a que chamam "férias", mas que não passam de 3 dias de descanso. Fevereiro não me vai trazer sossego, está visto. 

Que fevereiro seja, para todos, um mês cheio de coisas boas. É, para mim, um mês de expectativas, e espero que tudo corra da melhor maneira possível. Que seja cheio de sorrisos, de amor, e que nos encha o coração de felicidade e boas surpresas.