Essa pessoa tem estado comigo sempre, mesmo quando não está fisicamente. E quando digo sempre, é sempre. Mesmo não nos tocando, eu tenho a sensação que ele nunca me larga. Mesmo não estando ao meu lado, tenho a sensação que a toda a hora são os braços dele que me estão a proteger.
Essa pessoa, que tem sido, sem dúvida, o melhor pilar, faz-me sentir tudo e mais alguma coisa. Tudo, e mais ainda aquilo que nunca imaginei ser possível sentir.
Sinto-me segura. Protegida. Sinto-me nos braços certos.
Se há uns tempos me dissessem que neste momento iria ter alguém assim ao meu lado , não acreditava.
Seria inimaginável ter alguém tão prestável, tão amigo, tão cara-metade como ele. É que nem há palavras. Melhor, não há adjetivos.
Não acreditaria se me dissessem que ia ter sempre alguém ao meu lado que me ampara as quedas, mesmo quando eu não dou sinal de alerta. Alguém que me apoia, mesmo quando eu decido mostrar que estou bem e não preciso de um ombro amigo. Alguém que está sempre lá, incansavelmente, segundo após segundo.
E sabem o mais fantástico disso tudo? Esse alguém não falha. Simplesmente não falha. Não tem erros. Não tem imperfeições, ou um ponto que seja que eu possa apontar o dedo. Nada. Não há absolutamente nada que eu possa criticar nele, ou queixar-me. Seria a pessoa mais pobre e mal agradecida deste mundo se o fizesse.
Como é que será que ele consegue? Às vezes gostava de conseguir ser tão super-heroína para ele como ele é super-herói para mim.
Ele sabe sempre o minuto certo para tudo, o momento exato para me meter com um sorriso de orelha a orelha, ou o segundo igualmente certeiro para me fazer acalmar e pensar duas vezes nas coisas.
Mais do que qualquer outra coisa, ele sabe amar-me tal como sou, com todos os defeitos que eu possa ter. Para além disso, ainda consegue mostrar-me que, com ele, posso e devo ser eu própria. E é isso que tenho sido sempre. É isso que temos sido sempre, um com o outro. Nós próprios. Talvez por isso resulte tão bem.
Mais do que qualquer outra coisa, ele sabe amar-me tal como sou, com todos os defeitos que eu possa ter. Para além disso, ainda consegue mostrar-me que, com ele, posso e devo ser eu própria. E é isso que tenho sido sempre. É isso que temos sido sempre, um com o outro. Nós próprios. Talvez por isso resulte tão bem.
Se tivesse de o descrever mais um bocadinho, apesar de ser sempre difícil, diria que ele é certamente o melhor GPS que eu poderia arranjar por aí. Orienta-me como ninguém, e quando vê que estou perdida, é o primeiro a reencaminhar-me para o sítio certo.
Orienta-me, apoia-me, acaricia-me, é o meu braço direito, faz-me sentir especial e bem. Dá-me este mundo e o outro. É demasiado bom para ser verdade. Como é que fui encontrar alguém tão... tão perfeito?!
É tão bom... Que me faz ter medo. Não só medo de perder algo deste valor. Medo de não conseguir corresponder, de não conseguir retribuir.
Mas sei que um dia o vou conseguir totalmente. Conseguir que ele se sinta a pessoa mais amada, especial, confiante e protegida deste mundo (e do outro). E no dia em que eu sentir que ele sente de mim o mesmo que eu sinto dele, serei a pessoa mais feliz de sempre.
De uma coisa não tenho dúvidas: se há coisa em que tenho sorte... é em ter o namorado que tenho.

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